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Parque Tecnológico Botucatu é credenciado pela FAPESP para incubação de startups
Publicado em 02 de Julho de 2026 07:13
O Parque Tecnológico Botucatu pela primeira vez está entre os credenciados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) a participar do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE).
Dos 23 ambientes de inovação selecionados, 11 estão associados à Rede de Ambientes Paulistas de Inovação (API). O Uplab Senai, hub de inovação e aceleração industrial com espaço dentro do Parque Tecnológico Botucatu, também foi contemplado.
Com o credenciamento, as incubadoras ficam habilitadas a oferecer serviços de incubação para startups que são apoiadas pelo programa PIPE-FAPESP no desenvolvimento de soluções tecnológicas com potencial de inovação.
Na prática, esse credenciamento funciona como um selo de qualidade da FAPESP. Ele mostra que o Parque e as incubadoras estão preparados para apoiar empresas inovadoras.
“Para o Parque, isso significa mais visibilidade e a possibilidade de atrair novas empresas e oportunidades. Para as startups, significa ter acesso a orientação, capacitações, contatos importantes e apoio para fazer a empresa crescer. É como ter uma equipe de especialistas ajudando o empreendedor a tirar uma ideia do papel e transformá-la em um negócio de sucesso”, explica o agente de inovação do Parque, Leonardo Curi.
O que é o edital e por que ele importa
O edital foi lançado pela FAPESP com o objetivo de ampliar a capacitação empreendedora dos pesquisadores vinculados ao PIPE, credenciando incubadoras aptas a oferecer serviços especializados para startups beneficiárias do programa.
A partir desse credenciamento, as empresas apoiadas pelo PIPE podem contratar diretamente os serviços das incubadoras habilitadas pela Fundação. O credenciamento terá validade de 36 meses, podendo ser renovado mediante nova avaliação pela FAPESP.
Para participar da seleção, as incubadoras precisaram comprovar: infraestrutura física para incubação presencial no Estado de São Paulo; experiência no apoio a startups inovadoras; histórico de atuação com empresas de base tecnológica; e capacidade para oferecer suporte em áreas como gestão, aspectos jurídicos, contabilidade, regulação e propriedade intelectual.


